O processo de luto inerente à morte da infância à velhice

Identificar as crenças da população face à morte e ao respetivo processo de luto e compará-las em 3 grupos etários: adolescentes, adultos e idosos. Amostra: 20 indivíduos de cada uma das faixas etárias, adolescentes, adultos e idosos (n=60), com uma média de idades de 16.5, 39.6 e 69.7 anos, respeti...

Full description

Bibliographic Details
Main Author: Pereira, Cláudia B. (author)
Other Authors: Bruno, Raquel V. (author), Duarte, Rute T. (author), Matos, Margarida Gaspar de, 1956- (author)
Format: article
Language:por
Published: 2015
Subjects:
Online Access:http://hdl.handle.net/11067/1343
Country:Portugal
Oai:oai:repositorio.ulusiada.pt:11067/1343
Description
Summary:Identificar as crenças da população face à morte e ao respetivo processo de luto e compará-las em 3 grupos etários: adolescentes, adultos e idosos. Amostra: 20 indivíduos de cada uma das faixas etárias, adolescentes, adultos e idosos (n=60), com uma média de idades de 16.5, 39.6 e 69.7 anos, respetivamente, sendo 39 dos sujeitos do género feminino. Resultados: As variáveis mais identificadas foram apoio familiar e/ou social (63,3%), evitar isolamento/ocupar o tempo e reorganizar a vida que favorece positivamente o luto (43,3%), resiliência e aceitação (33,3%), falta de resiliência e aceitação (36,7%), laços com a pessoa que faleceu que favorece negativamente o luto (28,3%) e falar e recordar que favorece negativamente o luto (26,7%). Conclusões: As reações e as formas de lidar com o luto variam de sujeito para sujeito, podendo ser observadas isoladamente ou em combinação e sendo influenciadas por fatores intrapessoais, interpessoais e extrapessoais, com variações ao longo da vida.