O fim da privacidade: a vigilância como pilar do capitalismo e do Estado-nação

Este trabalho vai analisar a influência que a vigilância exerce dentro do capitalismo e do Estado-Nação sobre os trabalhadores, consumidores e cidadãos. Apesar da vigilância não ter surgido com as novas tecnologias, estas permitiram que a monitorização dos indivíduos seja feita actualmente de forma...

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Detalhes bibliográficos
Autor principal: Mendes, André Cabrita (author)
Formato: masterThesis
Idioma:por
Publicado em: 2013
Assuntos:
Texto completo:http://hdl.handle.net/10071/5079
País:Portugal
Oai:oai:repositorio.iscte-iul.pt:10071/5079
Descrição
Resumo:Este trabalho vai analisar a influência que a vigilância exerce dentro do capitalismo e do Estado-Nação sobre os trabalhadores, consumidores e cidadãos. Apesar da vigilância não ter surgido com as novas tecnologias, estas permitiram que a monitorização dos indivíduos seja feita actualmente de forma muito mais eficaz e de uma forma praticamente imperceptível. Um dos grandes riscos do aumento da vigilância é colocar em risco a privacidade de trabalhadores, consumidores e cidadãos, o que irá configurar várias alterações numa sociedade cada vez mais, pelo menos aparentemente, transparente. Outra das questões que envolve a vigilância é a gestão da informação através dos dados gerados pela monitorização, nomeadamente pelas bases de dados. As questões que envolvem o uso, troca, venda, e partilha das bases de dados contendo muita informação pessoal sobre muitos indivíduos levanta sérios problemas no início do século XXI. Pode ser isto o princípio do fim da privacidade somente onze anos após o 11 de Setembro?